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Tamoyo empatou na estreia, jogando em casa, contra o Paulo
de Frontin por
Foto: Léo Borges/Divulgação
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Atual campeã carioca, a equipe do Fluminense do Rio vai com tudo em busca do bi
Foto: Divulgação/Ffserj
Da Redação do EsporteAgito
Dois tricolores - o tradicional Fluminense Football Club, das Laranjeiras, e o Fluminense Atlético Clube, de Niterói – lideram o Campeonato Carioca Feminino Adulto de futsal, que está com a bola rolando desde o dia 24 de março último e terá, neste final de semana (14 e 15 de abril), a sua quarta rodada do turno.
A competição, organizada pela Federação de Futsal do Estado do Rio (Ffserj), é disputada por seis equipes: além dos dois Fluminenses, o Arfab/Bradesco, o Madureira, o América e a estreante Fundação Beatriz Gama, de Volta Redonda.
Logo na rodada de abertura do campeonato, as meninas do Fluminense FC – atuais campeãs cariocas da modalidade – venceram a novata equipe da Fundação Beatriz Gama por
Já o Madureira não teve pena do América e sapecou
Pela segunda rodada, Arfab e Fluminense FC empataram em
Em dois jogos válidos pela terceira rodada, disputados no dia 5 de abril, o Arfab/Bradesco bateu, em casa, a Fundação Beatriz Gama por
CLASSIFICAÇÃO
Com os resultados das três primeiras rodadas do turno, a classificação do Carioca Feminino Adulto até o momento é a seguinte:
1º - Fluminese FC – 7 pontos
2º - Fluminense AC – 7 pontos
3º - Arfab/Bradesco – 4 pontos
4º - Madureira – 3 pontos
5º - Fundação Beatriz Gama – 3 pontos
6º - América – 1 ponto

Célio Pezza
Infelizmente vemos com freqüência cenas de extrema violência por parte de indivíduos que se intitulam torcedores de um ou outro time de futebol, em especial durante jogos considerados clássicos nas grandes cidades. Durante um jogo entre Palmeiras e Corinthians na cidade de São Paulo, assistimos a mais um deplorável espetáculo que teve como desfecho duas mortes e diversas pessoas em estado grave. As imagens na TV mostraram centenas de pessoas armadas com pedaços de pau, canos e armas de fogo, se batendo contra outras, pelo único motivo de serem torcedores de times rivais.
A polícia, impotente e sem a menor chance de conter a onda de ódio que se espalhou pelas ruas, tentava controlar sem sucesso aquela horda de bárbaros. Após a carnificina, aqueles loucos simplesmente entraram no estádio do Pacaembu e foram assistir ao jogo como se nada tivesse acontecido.
Como explicar o ocorrido? Como justificar tamanha violência ligada a um espetáculo de futebol, criado para o lazer e diversão? A única explicação é que o Homem se transformou numa bomba, armada e sempre prestes a explodir. Quando está só, este instinto assassino é bloqueado mais facilmente e o indivíduo suporta sem explodir e mostrar sua verdadeira face; quando se reúne em um grupo maior, como é o caso das torcidas, em especial as uniformizadas, existe o incentivo coletivo e sua parte sombria e assassina vem à tona.
É como um lobo da mesma matilha, que quando um deles uiva dando o comando para atacar, todos os outros vão sem pensar. Nesta hora, o aparentemente pacato cidadão se transforma na besta raivosa, como no conto do médico e o monstro. Toda a sua frustração como ser humano, toda sua raiva contra tudo aquilo que o incomoda diariamente, subitamente vem à tona e ele se torna uma verdadeira fera.
Parte da humanidade está dando mostras diárias de uma queda brutal e, no fundo, estamos nos acostumando a ela. Esta é a verdade.
Antigamente, quando acontecia um acidente com vítima no trânsito, era uma comoção geral; agora, quem está ao lado pragueja devido ao congestionamento, sem se importar com a vítima. Antigamente as pessoas iam a um estádio de futebol para passar o tempo, torcer pelo seu time e apreciar um esporte. Agora, muitos vão para brigar e extravasar suas frustrações em cima de outro ser humano. No caminho do estádio, matam e desviam dos mortos, sem dar nenhuma importância à vida.
Célio Pezza é escritor e autor de diversos livros, entre eles: As Sete Portas, Ariane, e o seu mais recente A Palavra Perdida. Saiba mais em www.celiopezza.com
Da Redação do EsporteAgito
No próximo dia 20 de abril, uma sexta-feira, véspera do feriadão de Tiradentes, vai rolar na badalada casa de shows Citibank Hall, na Barra da Tijuca, a primeira edição de mais um evento de MMA nacional que promete virar sensação: o Mortal Kombat Championship (MKC).
Em um espaço que tem capacidade para aproximadamente 5 mil pessoas, o MKC já estreia como um dos maiores eventos de luta do país, com cinco lutas no card principal, sendo um combate internacional entre o italiano Ivan Musardo e o brasileiroVitor Pepi na categoria
Para quem quiser ver de perto esse espetáculo, os ingressos estão à venda na internet pela Tickets for Fun (www.ticketsforfun.com.br) e nas revendas autorizadas. E, quem não puder ou não quiser ir, poderá também assistir ao evento confortavelmente na poltrona de casa, pois o canal por assinatura Combate, da Globosat, transmitirá ao vivo o MKC.
O Mortal Kombat Championship tem à frente na organização Everaldo Penco, treinador de jiu-jitsu de uma das equipes de MMA mais importantes do Brasil – a Team Nogueira, dos irmãos Minotauro e Minotouro – e, na coordenação arbitral e técnica, a equipe da BF Shows liderada pelo casal Carlão Barreto e Maria Antonieta Torres, o que de antemão garante a qualidade do evento.

Da Redação do EsporteAgito
O futebol carioca e, em particular, o São Cristóvão de Futebol e Regatas estão de luto pelo falecimento precoce de Josenildo Francisco da Silva, o Bellot, vítima um infarto fulminante na manhã da última sexta-feira (23 de março), quando se preparava para iniciar mais um treino diário no estádio de Figueira de Melo.
Goleiro que ganhou notoriedade em todo o país na época dos mil gols de Romário, com a revelação de que fora ele o primeiro a levar um gol do Baixinho, defendendo o time infantil do América em 1979, Bellot tinha 47 anos e desde 2009, quando anunciou sua aposentadoria como jogador, vinha exercendo diversas funções no São Cristóvão: técnico, assistente, supervisor e preparador de goleiros.
Segundo apurou a reportagem do jornal Extra, Bellot chegou à sede do clube, como fazia todos os dias, às 7 horas, deu dez voltas ao redor do gramado e foi até o vestiário para buscar as bolas, quando sentiu um mal súbito. Ele foi encontrado caído pelo supervisor de futebol do clube, Henrique Gaspar, que o levou até o Hospital Souza Aguiar. O goleiro não resistiu e morreu a caminho do hospital.
Pernambucano de Recife, Josenildo Bellot chegou ao São Cristóvão em 2000 e é o recordista de partidas com a camisa cadete, com 432 partidas disputadas.